#02 Mitos e Verdades | Água sanitária e sabão em pó formam uma solução eficiente para a limpeza pesada

#02 Mitos e Verdades | Água sanitária e sabão em pó formam uma solução eficiente para a limpeza pesada

Dando sequência na série com o tema MITOS e VERDADE. Curta. Compartilhe!

Mentira
Aqui está um erro de muitos, afinal, sabão em pó e água sanitária são muito bons quando aplicados sozinhos. Quando os misturamos, suas propriedades tomam efeito contrário e são completamente anuladas, perdendo todo o seu poder de limpeza.

#01 Mito e Verdades | Detergentes em pó poluem a água

#01 Mito e Verdades | Detergentes em pó poluem a água

Preparamos para você uma série com o tema MITOS e VERDADE. Curta. Compartilhe!

Mentira
Estudos realizados mostram que a quantidade de fosfatos e tenso ativos presentes nos detergentes estão em quantidade muito pequena. Os ativos utilizados nos detergentes, são biodegradáveis por exigência legal. Já a quantidade de fosfato em detergente em pó é limitada por legislação ambiental específica.

Você tem potencial para se tornar um líder?

Você tem potencial para se tornar um líder?

No mundo corporativo, você está exposto a uma grande quantidade de informações diariamente e, por isso, manter o foco pode ser considerado um impasse

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Para muitos, definir um significado concreto da palavra liderança pode ser um desafio. Isso porque ele vai muito além de apenas uma função ou espírito de chefia, como nos informa o dicionário. Segundo James C. Hunter, autor do best seller “O Monge e o Executivo”, a liderança “é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente, visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum”. Porém, uma vez que a liderança é identificada como uma habilidade, outro questionamento mais profundo surge: é possível aprender tal capacidade ou já nascemos com ela?

Acredito que para chegar a uma resposta para esta pergunta, primeiro é necessário entender qual é o papel de um líder. Para começar, penso que essa função está muito associada à palavra inspiração. Antes de ser uma pessoa que irá coordenar planos e estratégias, o líder deve ser a fonte de motivação para aqueles ao seu redor. Uma vez que você é capaz de transformar os seus resultados em um exemplo, seus companheiros passam a acreditar no seu potencial e, consequentemente, se inspirarão para seguir o mesmo caminho. Mas para percorrer esse processo, também é importante dispor de algumas características que considero cruciais: ousadia, coragem, disciplina e determinação.

No mundo corporativo, você está exposto a uma grande quantidade de informações diariamente e, por isso, manter o foco pode ser considerado um impasse. A liderança em si vai depender da maneira que você se organiza para captar e direcionar esses dados. Esse processo se inicia no seu autoconhecimento, pois uma vez que você percebe suas habilidades, desenhar uma estratégia se torna mais viável. Depois, com o seu autodomínio formado, é possível atrair atenção da sua equipe e conduzi-la de acordo com o plano traçado e as necessidades do mercado.

Muitos pensam que o líder é a personificação da perfeição. Porém, ele ainda é um ser humano e, por isso, passível de erros e limitações. O que está por trás do desenvolvimento dessa função é, principalmente, a sua maneira de enxergar o mundo e como se responsabilizar por suas ações – o famoso locus de controle interno. É ser aquela pessoa que não se martiriza quando enfrenta uma situação adversa e, sim, se questiona o que pode ser feito para melhorar o resultado. No final das contas, os valores pessoais atrelados a personalidade do futuro líder representam importante papel, pois elas servirão de base para construir as outras características citadas anteriormente.

A grande questão é que não existe fórmula exata para se tornar um líder. É claro que, assim como em outras profissões, nota-se que algumas pessoas têm mais facilidade para desenvolver certas características requisitadas. Toda pessoa tem potencial de se tornar um líder, desde que esteja disposta a percorrer o caminho sinuoso que existe até que o objetivo seja alcançado. O mundo precisa de líderes que inspirem e motivem pessoas a planejar suas metas tanto profissionais quanto pessoais, afinal não se espera perfeição do líder, mas sim credibilidade e força de vontade.

Edivaldo Rocha — CEO da CorpFlex, empresa especializada em soluções de Cloud Corporativa e outsourcing de TI.

fonte:
http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/voce-tem-potencial-para-se-tornar-um-lider/127967/

Sua mente acompanhou a sua carreira?

Sua mente acompanhou a sua carreira?

Professor dá 9 dicas para ter sucesso em novos cargos

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Uma das grandes queixas de profissionais é a falta de resultados depois de muitos anos de empresa. Mas como mudar essa realidade? O professor Luciano Salamacha, do MBA da Fundação Getúlio Vargas conta que, após uma palestra, um engenheiro o procurou dizendo que estava desestimulado porque não tinha os mesmos resultados de quando começou na empresa como estagiário e seguiu na companhia até se tornar gerente. Salamacha faz uma analogia a carreira de qualquer pessoa a um copo d’água. “Ao ser estagiário o copo está vazio, o líquido que será utilizado para enchê-lo será o mérito alcançado em cada atividade. O profissional fez algo bom, alguém reconheceu, o copo começa a encher. Claro, quando uma pessoa entra numa função básica em uma empresa qualquer feito se torna reconhecimento. O tempo passa o estagiário é promovido o copo enche. Uma nova função é um novo copo, que vai enchendo segundo o desempenho, só que com mais cobranças.”

O professor explica que a cada novo cargo, obrigatoriamente, se espera outra performance. Logo, quando o profissional não entende esse novo ciclo em sua vida, tende a continuar com comportamento de estagiário, mas querendo reconhecimento como engenheiro, por exemplo.

Cada promoção é um novo ciclo, um novo copo para encher. E, a partir das promoções, aumentam as responsabilidades e a exigência de performance. O que antes era motivo de elogios como a coordenação de um trabalho em equipe, agora é uma questão de responsabilidade inerente ao cargo. È nesse momento em que muitas pessoas, de maneira inconsciente, tentam voltar ao desempenho que antes enchia o copo mais rápido, ou seja, deixam de se comportar como gestores para voltar a executar a tarefas que antes rendiam alta performance. Entretanto, os copos não são os mesmos.

Salamacha é enfático: não adianta a carreira evoluir se a mente não acompanhar. Uma mente atrasada no ciclo pode levar o profissional a querer se comportar, no novo cargo, como no anterior. “Temos que nos preparar para os saltos na profissão.” O professor diz que neurocientificamente, cada vez que uma pessoa se sente insegura, tende a correr em busca de um porto seguro que, neste caso, seria tentar voltar a atuar tal qual agia quando recebia mérito. Na carreira isso é um erro fatal.

O professor lista 9 dicas de como fazer para a sua mente seguir sua carreira:

1 – Cuidado com a autocrítica, quando se conquista um novo cargo não se tem obrigação de saber tudo sobre aquela função logo no primeiro dia. Diminua sua exigência a respeito da qualidade de sua performance no início.

2 – Seja aprendiz em qualquer cargo. Toda vez que chegamos em uma nova função temos que nos colocar na posição daquele que ainda tem o que aprender, aquele que ainda não sabe de tudo. Todo mundo precisa de tempo para aprender uma nova função, seja ela qual for.

3 – Aprenda a conquistar a autoridade do seu cargo. Quando uma pessoa é promovida pode ganhar poder, mas não necessariamente autoridade. A autoridade é quando as pessoas reconhecem em você o conhecimento da área, alguém que deve ser seguido, ouvido, ponderado e considerado. Autoridade se conquista na equipe com mais compartilhamento.

4- Entenda que você não é mais o mesmo. Ao ser promovido foi excluído de um bando e passa a participar de outro. Não é mais igual aos outros do antigo grupo. Entenda o que o novo bando espera de você.

5 – Seja humilde. Entenda porquê pessoas na mesma posição que você está agora agem da forma que agem. Veja com o olhar do outro que já esteve na mesma posição que você. Aprenda recalibrar o olhar para a nova função.

6- Entenda o que a empresa espera de você e da função. Não fique no automático È tudo novo, novos desafios, corra atrás.

7 – Sinta-se seguro para fazer o follow up. Promoção exige acompanhamento. É como um jogo de videogame, a cada fase a dificuldade aumenta, o número de pontos é conquistado mais devagar.

8 – Não volte casas nesse jogo. Quando a pessoa vai percebendo que não performa como antes, ela tenta resgatar a forma que evoluiu na empresa. Mas nem a pessoa, nem o cargo, nem a empresa são os mesmos. A mente tem que evoluir.

9- Não abandone seu cargo de gestor para retomar a operação, a menos que seja crucial. Você já fez isso e agora o papel é outro. Entenda-o e o assuma.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/sua-mente-acompanhou-a-sua-carreira/127592/

Qualidade e produtividade se aprende na prática. E isso faz toda a diferença!

Qualidade e produtividade se aprende na prática. E isso faz toda a diferença!

Há muito conhecimento no mercado. Só que isso não basta! A teoria é importante, mas ela fundamenta a ação, a prática

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Nunca se falou tanto em Produtividade no Brasil. A demanda crescente de processo eficientes e enxutos, principalmente com o avanço de startups que crescem rumo a se tornarem unicórnios, abre oportunidades para inovações no gerenciamento de processos com foco em Qualidade. No entanto, ainda há uma deficiência nos processos, prioritariamente geradas pela falta de especialização técnica em ferramentas modernas.

Sim, há muito conhecimento no mercado. O que não faltam são livros, artigos, vídeos no Youtube, tutoriais e outros conteúdos que dissertam sobre inúmeras variáveis de processos e importância de mindsets de inovação para o gerenciamento da Qualidade e aumento da Produtividade. Só que isso não basta! A teoria é importante, mas ela fundamenta a ação, a prática. É por meio da vivência que se descobrem acidentes de percurso, oportunidades de aprimoramento e expertise para improvisos disruptivos.

Tome as artes marciais como comparação. Há uma infinidade de informação a respeito das mais variadas modalidades, sejam elas eficientes ou não. Mas nunca um judoca, por exemplo, terá total consciência plena das técnicas se não for para o dojô treinar. O mesmo acontece com os processos de qualidade e produtividade. Para ser um campeão nas empresas, o profissional precisa treinar, treinar e treinar. Vivenciar problemas reais e utilizar métodos hands-on permitem o líder encarar desafios com um mindset de inovação realmente incorporado, não apenas creditado no currículo.

É esse o propósito do programa de cursos de capacitação Lean Seis Sigma da Fundação Vanzolini. Sua estrutura é baseada em treinamentos práticos alicerçados por vivências com profissionais experientes. Nos cursos de Green Belt e Upgrade para Black Belt você se especializa em metodologias DMAIC e aprofunda conhecimentos nas ferramentas Lean mais modernas. Nos cursos você tem a oportunidade de aprender na prática em laboratórios equipados com Minitab 17 para ter o know-how esperado pelas grandes empresas.

Identificar necessidades, desdobrá-las em oportunidades, analisar desempenho e melhorar processos são o básico esperado de um profissional de qualidade. Só que elevar os patamares de produtividade e inovar com projetos modernos para o futuro é uma característica que só a prática proporciona. E é isso que as empresas buscam!

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/qualidade-e-produtividade-se-aprende-na-pratica-e-isso-faz-toda-a-diferenca/127661/

O “instinto alfa” de liderança

O “instinto alfa” de liderança

Cientistas da University College, no Reino Unido, descobriram um gene que pode estar associado a perfis comportamentais de líderes natos

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Liderança provavelmente seja o assunto mais discutido e pesquisado no mundo corporativo, sócio-político e de negócios. Novas teorias a respeito das competências necessárias para um profissional se desenvolver como líder surgem a todo instante com o intuito de fornecer um “mapa” para quem quer se tornar um líder efetivo. Mas será que liderança é algo inato ou uma habilidade que pode ser desenvolvida?

Cientistas da University College, no Reino Unido, descobriram um gene que pode estar associado a perfis comportamentais de líderes natos. Conhecido como o “gene da liderança” e identificado com o código rs4950, é uma sequência congênita de DNA associado a pessoas que estão no comando, de acordo com os pesquisadores.

Ainda segundo o cientista Jan-Emmanuel De Neve, a ideia convencional – de que a liderança é uma habilidade – permanece bastante verdadeira, porém é possível também mostrar que pode ser uma característica genética. Mas, isso não quer dizer que apenas profissionais que tenham esse gene terão o perfil nato de liderança, mas sim que tenham uma predisposição para o padrão alfa.

Liderança é algo que pode ser desenvolvido, segundo os próprios cientistas. Sendo assim, muitos profissionais procuram seguir fórmulas que teoricamente os levarão a posições de comando, mas acabam se frustrando quando observam que colegas aparentemente menos preparados estão “subindo” mais rapidamente. É comum atribuir tal sucesso a um favorecimento pessoal, uma vez que alguns dos altos executivos ou controladores da empresa possuem mais afinidade com tal profissional ou simplesmente porque essa pessoa era “mais política”.

Mas, a verdade é que existem raras exceções em que estes favorecimentos acontecem de forma injusta. Geralmente, situações como essa ocorrem com profissionais que se destacam como líderes e que apresentam atitudes e competências, sejam conscientes ou inconscientes, que lhes favorecem para atingir tal reconhecimento. Tais atitudes e competências podem vir mais naturalmente para alguns do que para outros, mas com certeza também podem ser desenvolvidas por todos que se comprometerem com esse aprendizado. E, para isso, é preciso se atentar às sete competências primordiais que um profissional deve desenvolver para se tornar um verdadeiro líder, ou seja, para desenvolver o “instinto da liderança”. São elas: ter visão clara de onde quer chegar, comunicar com precisão, ser capaz de inspirar e motivar a equipe, promover uma boa execução de tarefas, desenvolver talentos, ser inovador e obstinado.

Repare nas pessoas que você admira como líderes. Você reconhecerá que as características descritas acima estão sempre presentes nesses profissionais. Esses líderes muitas vezes podem não ser conscientes disso e por isso se diz que muitas pessoas já nascem líderes. Porém, você também pode melhorar suas habilidades de liderança se prestar atenção nessas características e aplicá-las no seu dia a dia. Dessa maneira você também desenvolverá o “instinto da liderança”, ou o “instinto alfa”.

Renato Grinberg — Renato Grinberg é especialista em liderança e gestão de empresas, tendo passagem por grandes multinacionais nos EUA como a Sony Pictures e Warner Bros. Atualmente é diretor da BTS (consultoria global presente em 35 países) que trabalha com grandes empresas e start-ups de alto potencial. Grinberg é também autor de diversos livros, incluindo os best-sellers de carreira e negócios “A estratégia do olho de tigre” e “A excelência do Olho de Tigre” (editora Gente).

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/o-instinto-alfa-de-lideranca/127712